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	<title>Consultoria de Imagem &#8211; Renata Piacini</title>
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	<title>Consultoria de Imagem &#8211; Renata Piacini</title>
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		<title>Não é terapia, mas é terapeutico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata Piacini]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Aug 2024 19:17:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consultoria de Imagem]]></category>
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									<p>Gosto de pensar que a união entre a consultoria de imagem e a psicologia reproduz o equilíbrio perfeito que também compõe o ato de se vestir.</p><p>Nossa imagem é resultado não só das nossas preferências estéticas, das nossas identificações, mas, também dos nossos bloqueios, das nossas questões emocionais.<br />Podemos nos enxergar com uma lupa, focando nos defeitos, ou nos ver como um todo que somos, soma de imperfeições e potencialidades.</p><p>Podemos escolher pautadas por nossas preferências, desejos e objetivos, ou por nossas preocupações acerca do que escapa de imperfeito sobre nós mesmas.</p><p><span style="color: var( --e-global-color-text ); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif; font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight ); text-align: var(--text-align); font-size: var(--global--font-size-base);">Podemos nos dar o tempo de escolher, de provar, de tentar, ou ainda perder horas e horas todos os dias olhando para um monte de roupas que não fazem o mínimo sentido para nós.</span></p><p>Podemos passar anos evitando se olhar no espelho, quem sabe nem ter espelhos que nos mostrem inteiras, ou parar e de fato se enxergar, se entender e se conhecer.<br />Sim, a consultoria de imagem começa por entender a nossa relação com a própria imagem.<br />A nossa imagem é resultado de um mundo de símbolos, identificações, neuras, que vem muito antes dela.</p><p>Sem entender isso, não conseguimos acessar a pessoa por trás da imagem, senão superficialmente e corremos o risco de dar o sentido errado para o que vemos.</p><p>Como profissional me sinto mais completa podendo entender o que está por trás da imagem e sei o valor que isso traz para quem se aventura comigo.<br />Não é terapia. Mas bem pode ser terapêutico.</p>								</div>
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		<title>A era da coexistência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata Piacini]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Aug 2024 19:15:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Durante muito tempo eu pensava não ter um estilo bem definido. Talvez por nunca ter me identificado com uma “tribo”, mesmo quando isso fazia algum sentido. Na verdade, até pouco tempo atrás eu ainda pensava assim. Não que eu achasse que não me vestisse bem, mas acreditava que, por circular por diferentes estilos, era como&#8230; <a class="more-link" href="https://www.renatapiacini.com.br/2024/08/23/a-era-da-coexistencia/">Continuar lendo <span class="screen-reader-text">A era da coexistência</span></a>]]></description>
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									<p>Durante muito tempo eu pensava não ter um estilo bem definido. Talvez por nunca ter me identificado com uma “tribo”, mesmo quando isso fazia algum sentido.</p><p>Na verdade, até pouco tempo atrás eu ainda pensava assim.</p><p>Não que eu achasse que não me vestisse bem, mas acreditava que, por circular por diferentes estilos, era como se não soubesse bem qual era o meu.</p><p>Fato é que muitas pessoas devem se sentir assim também.</p><p>Outro dia ouvi a Monica Salgado falar sobre estarmos vivendo a era da coexistência. Realmente, esse movimento na moda vem desde o comecinho dos anos 2000, onde não se fala mais em uma identidade única para cada década, como se falava durante todo século XX. A partir do início do século XXI vemos uma mistura de tribos, estilos e influências. As coisas começam a de fato coexistir, não precisamos mais ser fiéis a uma tribo, a um estilo, podemos usar um pouco de cada, o que faz sentido para nós naquele momento. Não temos mais que escolher entre ser isto ou aquilo, podemos ser isso, aquilo e aquele outro também!</p><p>Dentro da consultoria de imagem esse movimento também ganha força, trazendo cada vez mais a ideia de que o vestir é uma ferramenta de comunicação. Usamos as roupas para comunicar, para causar sensações. Quem fala sobre isso com maestria é a Ilana Berenholc, que criou um método muito diferente da consultoria clássica, que tem como foco a comunicação do vestir.</p><p>A consultoria vista por esta perspectiva é um processo que vai te dar controle sobre as tuas escolhas. Ela não te restringe, não te define e não escolhe por você. Mas sim, te instrumentaliza, te guia entendendo o que é seu, o que é intrínseco, e o que é sua intenção, para que você possa circular por diversos universos sem perder sua essência, tendo controle sobre o que você quer comunicar com a sua imagem.</p>								</div>
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		<title>Truques de styling</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata Piacini]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Aug 2024 19:14:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Se você é antenada com a moda ou gosta de seguir pessoas que geram informação de moda já deve ter visto algum tutorial de styling. Como amarrar o lenço, levantar a gola da camisa ou do casaco, dobrar a barra da calça de um jeito ou de outro, amarrar a cordinha da sandália por cima&#8230; <a class="more-link" href="https://www.renatapiacini.com.br/2024/08/23/truques-de-styling/">Continuar lendo <span class="screen-reader-text">Truques de styling</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="1647" class="elementor elementor-1647" data-elementor-post-type="post">
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									Se você é antenada com a moda ou gosta de seguir pessoas que geram informação de moda já deve ter visto algum tutorial de styling.

Como amarrar o lenço, levantar a gola da camisa ou do casaco, dobrar a barra da calça de um jeito ou de outro, amarrar a cordinha da sandália por cima da calça, enfim, existem inúmeros.

Recentemente, eu tive o prazer de fazer um curso com a Manu Carvalho sobre truques de styling que tinha como foco, o porquê fazer um truque de styling e não o como fazer, e achei interessante dividir essa perspectiva que tem tudo a ver com o nosso processo de consultoria com vocês.

O importante não seria aprender o truque em si, o que na verdade é o mais simples, mas sim pensar sobre o porquê você está usando aquele truque e o que ele está provocando na sua imagem. Por exemplo, a manga da camisa dobrada passa uma informação diferente da manga fechada ou arregaçada até em cima.
É certo que truques de styling adicionam uma bossa ao visual, fica mais cool, mais interessante, adiciona um movimento para sua estética. Mas se você usar sem propósito ou intenção, ou fora de lugar pode ter o efeito contrário, de algo que está estranho, ou não está fechando naquele look.
E isso não tem necessariamente a ver com a forma com que você está fazendo, não se trata de certo e errado, mas sim se aquela dobra de calça ou levantada de gola tem a ver com você ou com sua intenção.

Não é porque algo combina com o outro que vai combinar comigo também. Se conhecer, e valorizar o que é da sua essência e o que te deixa confortável é o que vai garantir que o seu look faça sentido e flua!								</div>
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		<title>Você sabe qual é o seu desejo de imagem?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata Piacini]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Aug 2024 19:01:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Quando falamos em desejo de imagem, estamos falando de como você gostaria de se apresentar para o mundo, como você quer se ver, se sentir, ser visto e ser percebido.Para começar a pensar sobre esse tema, recomendo muito para minhas clientes que vejam referências não só aspiracionais, mas de como realmente se imaginam se vestindo.Se&#8230; <a class="more-link" href="https://www.renatapiacini.com.br/2024/08/23/voce-sabe-qual-e-o-seu-desejo-de-imagem/">Continuar lendo <span class="screen-reader-text">Você sabe qual é o seu desejo de imagem?</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="1642" class="elementor elementor-1642" data-elementor-post-type="post">
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									<p>Quando falamos em desejo de imagem, estamos falando de como você gostaria de se apresentar para o mundo, como você quer se ver, se sentir, ser visto e ser percebido.<br />Para começar a pensar sobre esse tema, recomendo muito para minhas clientes que vejam referências não só aspiracionais, mas de como realmente se imaginam se vestindo.<br />Se prestarmos bem atenção, todas nós temos imagens, cores, tecidos, modelagens com as quais nos identificamos, mais ou menos.<br />Definir quais são essas preferências é o primeiro passo para que possamos entender melhor quais são nossos desejos de imagem.<br />Somado a esse desejo, levar em conta nossas necessidades reais do dia a dia também nos dá uma boa direção de qual caminho seguir.<br />A consultoria te dá ferramentas que te ajudam a trilhar esse caminho com foco e assertividade, primeiro identificando esses elementos e depois te ajudando a traduzir e nomear o que foi descoberto.</p><p>E vocês, já pensaram sobre os desejos de imagem de vocês?</p>								</div>
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		<title>E se eu parasse de comprar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata Piacini]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Aug 2024 18:59:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Esse livro é leitura obrigatória para qualquer pessoa que já tenha se sentido vítima do consumo de moda desenfreado, gastando impulsivamente para suprir frustrações, buracos, que nada tinham a ver com a roupa em si.Quem nunca passou por algum episódio de compra por impulso, que jogue a primeira pedra.Problema mais comum do que se imagina,&#8230; <a class="more-link" href="https://www.renatapiacini.com.br/2024/08/23/e-se-eu-parasse-de-comprar/">Continuar lendo <span class="screen-reader-text">E se eu parasse de comprar?</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="1635" class="elementor elementor-1635" data-elementor-post-type="post">
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									<p>Esse livro é leitura obrigatória para qualquer pessoa que já tenha se sentido vítima do consumo de moda desenfreado, gastando impulsivamente para suprir frustrações, buracos, que nada tinham a ver com a roupa em si.<br />Quem nunca passou por algum episódio de compra por impulso, que jogue a primeira pedra.<br />Problema mais comum do que se imagina, o consumo inconsciente, como eu gosto de chamar, aparentemente inocente, usado como recurso de satisfação momentânea para curar frustrações aleatórias da vida, pode nos colocar em sérios apuros.<br />O resultado, pode ser só um armário abarrotado, e mais frustração por continuar sem saber o que vestir, até dívidas reais que te fazem perder pouco a pouco coisas bem mais importantes.<br />Fato é que, estamos todas expostas a constantes gatilhos para consumir, promoções, “must haves”, entre outras armadilhas criadas com o intuito de te fazer comprar. Não importa se aquela roupa faz sentido para você, se ela tem a ver com o seu estilo, se ela conversa com o seu guarda-roupas, o que importa é que você compre, mesmo que depois aquela roupa fique anos com etiqueta dentro do seu armário.<br />Como sair ilesa disso? Refletir qual a sua relação com o consumo de roupas pode ser um bom começo. Se entender, se conhecer, ter controle sobre o que está dentro do seu guarda-roupas, fazer escolhas conscientes sobre o que entra e o que sai dele. Sair do ciclo, compro porque achei bonitinho, porque estava barato, para um ciclo mais efetivo de, compro porque essa peça estava na lista de peças que eu gostaria de investir, porque sei que essa peça vai somar com as que eu já tenho, porque essa peça está alinhada com os meus objetivos de imagem e necessidades atuais, e por aí vai.<br />Nesse livro, a autora, Joana Moura, criadora do blog Um ano sem Zara, lá de 2011, descreve em detalhes como foi sua experiência de viver no cheque especial e como conseguiu sair disso. Uma leitura leve, com humor inteligente e que nos faz pensar. Recomendo a leitura!</p>								</div>
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		<title>O vestir e a futilidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata Piacini]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Aug 2024 18:59:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consultoria de Imagem]]></category>
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					<description><![CDATA[Por que insistimos em nos sentirmos fúteis quando gastamos tempo e energia para nos sentirmos mais bonitas?Tenho me deparado com essa questão em meus atendimentos com clientes que são brilhantes em suas áreas profissionais, mas que em algum momento deixaram de olhar para si, para própria imagem.Trabalhando como psicóloga, escutando o sofrimento alheio, durante muitos&#8230; <a class="more-link" href="https://www.renatapiacini.com.br/2024/08/23/o-vestir-e-a-futilidade/">Continuar lendo <span class="screen-reader-text">O vestir e a futilidade</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="1630" class="elementor elementor-1630" data-elementor-post-type="post">
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									<p>Por que insistimos em nos sentirmos fúteis quando gastamos tempo e energia para nos sentirmos mais bonitas?<br />Tenho me deparado com essa questão em meus atendimentos com clientes que são brilhantes em suas áreas profissionais, mas que em algum momento deixaram de olhar para si, para própria imagem.<br />Trabalhando como psicóloga, escutando o sofrimento alheio, durante muitos anos esse sentimento me acompanhou também. O pensamento de que existem coisas mais importantes acontecendo no mundo do que um look bonito. Como se o tempo gasto com a minha aparência estivesse atrelada, de uma forma negativa, ao meu valor como pessoa ou à importância que eu dou para outras coisas.<br />Sim, existem muitas coisas importantes acontecendo ao mesmo tempo. Mas isso não é motivo para não pensarmos nisso e não darmos a devida importância para o que é importante para nós em determinado momento.<br />Uma roupa não é só uma roupa. A roupa que a gente escolhe é uma extensão da nossa personalidade, do nosso jeito, do que queremos mostrar de nós para o mundo. A roupa tem poder direto sobre a nossa autoestima e sobre como a gente se vê. Agora, como isso não seria importante?<br />Se vestir para mim, é antes de tudo, expressão. É uma ferramenta, entre tantas outras, que usamos para nos comunicar e para dizer para o outro, olha eu me arrumei e me preparei para estar aqui porque eu valorizo esse momento.<br />Pensar sobre o próprio vestir, “gastar” tempo com isso, é valorizar o que é seu, quem você é e, também, as pessoas com quem você se relaciona. <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f90e.png" alt="🤎" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><br /><em><strong>Qual a opinião de vocês sobre isso? Vocês já se sentiram assim também?</strong></em></p>								</div>
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